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Os últimos dias têm reservado missões espinhosas ao presidente da Câmara Municipal, vereador Alécio Espínola(PSC). Uma delas é manter harmônica a convivência dos parlamentares e assessorias, preservando a imagem do poder. O processo de cassação que tirou o mandato de Damasceno Júnior deixou sequelas. Parte da edilidade está com os nervos à flor da pele. O cassado ronda a Casa do Povo ameaçando fazer revelações constrangedoras numa coletiva anunciada para amanhã(3), em frente ao prédio do Legislativo. Até a manhã de hoje o advogado Armando Souza, que fez a defesa dele na quinta passada, ainda não tinha conseguido falar com o cliente e nada sabia sobre a coletiva. Os dois ainda não conversaram a respeito de ingressar com recurso judicial tentando anular a perda do mandato.

Boca afinou?

Quase uma semana depois de declarar em plenário que mais colegas embolsam parte do salário de assessores, o médico Jorge Bocasanta(PROS ) esfriou o discurso e ainda não denunciou ninguém. Tampouco foi acionado na Comissão de Ética e Decoro. O polêmico vereador sabe que precisa reunir comprovação mínima antes de detonar algum colega. Pedro Sampaio e Olavo Santos fizeram cobranças duras pedindo a identificação dos corruptos.

Parra no Gaeco

O atual vice presidente da Câmara, Roberto Parra, ainda não se livrou da investigação do Gaeco iniciada no ano passado. Ela apura suspeita de irregularidade na relação funcional dele e uma assessora. Neste caso, existe gravação de conversa, apreensão de celulares para perícia, entre outras evidências. Parra sustenta não ter feito nada errado. Ontem(1) aconteceu mais um enfrentamento de vereadores, com a participação de assessores e direito à gravação de áudio ainda não divulgado. O conflito está sendo contornado pelos envolvidos. O presidente Alécio pediu rapidez na conciliação, reiterando disposição de cumprir o Regimento nos casos de denúncias formalizadas.

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