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POIS BEM – Faltou pouco para que as contas de 2014 do ex-prefeito Edgar Bueno, fossem rejeitadas ontem (8) na Câmara de Vereadores. E isso que estavam aprovadas, na análise técnica feita pelos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, com duas ressalvas já sanadas. Tudo parecia bem encaminhado, pois vale mesmo é a apreciação do Legislativo, e a Comissão de Finanças, sob a presidência de Serginho Ribeiro, havia concordado em aprovar, respeitando os conselheiros do TCE. Alécio Espínola, líder da base de governo, jura que não mexeu um graveto para conseguir os 14 “nãos” necessários à desaprovação que, se efetivada, implicaria na imediata perda de direitos políticos do ex-alcaide e seu vice Maurício Theodoro. Disse que o prefeito Leonaldo Paranhos chegou a ser consultado sobre o assunto, e liberou os apoiadores a decidir com liberdade, sem pensar em prejudicar ninguém. Edgar tomou conhecimento do que classificou de “certa movimentação de bastidores” e aceitou convite do presidente Gugu Bueno, comparecendo em plenário para esclarecer dúvidas. Porém, nenhum parlamentar fez pergunta alguma relacionada ao tema. O resultado da votação foi 10 pela rejeição (faltaram 4 votos) e 9 a favor da aprovação. Edgar acha que o paço articulou na tentativa de criar problemas a um adversário que, se especula, pode virar secretário de Estado ou disputar a eleição do próximo ano. Poderia ter ocorrido uma castração política, considera. E percebeu que precisa ficar esperto, afinal, ainda faltam as contas de 2015 e 2016.

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